Segunda-feira, 3 de Setembro de 2007

Autarcas, responsáveis culturais e músicos falam sobre o Portugal Jazz...

Afonso Pais (Músico)

Setembro de 2007

 

Na natureza, quando não perturbada por catástrofes extremas, a diversidade gera mais diversidade. A uma micro escala, no panorama cultural de um país como seja Portugal, diversidade significa escolha e discernimento por parte do ouvinte / consumidor, que normalmente resulta em dúvida e indecisão, gerando uma resistência "natural" a essa mesma diversidade.
Sendo o Jazz uma forma artística que se caracteriza pelas suas componentes de espontaneidade e liberdade criativa, e por consequência de apreciação acentuadamente subjectiva, a aceitação de determinado projecto, "ensemble" ou estética musical tem lugar habitualmente mediante um conhecimento prévio do historial de cada proposta musical, temática de repertório ou músico. São estes alguns dos factores que, no enquadramento de todo um conjunto de estruturas e moldes que fazem chegar o músico ao público, criam o espaço para uma selecção artística nem sempre imparcial, muitas vezes injusta, por regra delegada a terceiros...
O "público do jazz" não existe verdadeiramente, ou pelo menos não é generalizável aos diversos contextos onde o jazz é apresentado. É verdade que determinado festival de jazz terá provavelmente uma percentagem alta de ouvintes fiéis e habituais, porém só uma fracção destes serão também assíduos frequentadores de apresentações em auditórios. O mesmo se passa com apreciadores de actuações em pequenos clubes, que claramente preferem ouvir o seu músico de eleição de perto, na forma mais tradicional, purista e literalmente "underground".
Bem vinda seja, desta forma, uma iniciativa onde, com o mínimo possível de interferências externas e um máximo de estímulo à criação de propostas inevitavelmente diversas, o músico possa dar a conhecer o seu trabalho ao público. Sendo o propósito angariar público, descentralize-se, no espaço e no tempo, criando assim as condições para que o ouvinte não hesite em decidir por si próprio. Se o objectivo é que a diversidade gere mais diversidade, desejável é mesmo que a aposta na qualidade seja uma decisão resultante do somatório de julgamentos de cada um, e não um fenómeno de tendências ou instituições. Um 2008 cheio de diversidade, PortugalJazz.



publicado por Portugal Jazz às 11:23
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Autarcas, responsáveis culturais e músicos falam sobre o Portugal Jazz...

Dr. Pedro Pinto (Figueira Grande Turismo)

Setembro de 2007

 

O 4Teto de Paulo Bandeira, constituído por Jesus Santandreu, no sax tenor; Afonso Pais, na guitarra; Nelson Cascais, no contrabaixo e Paulo Bandeira, na bateria, deram um concerto no passado dia 27 de Julho, no Anfiteatro Exterior do Centro de Artes e Espectáculos da Figueira da Foz, no âmbito do Portugal Jazz 2007.
Esta passagem pelo CAE, deu, assim, a mostrar a todos os presentes, o melhor que se faz em Portugal na área do jazz, com a actuação brilhante deste quarteto cujo repertório foi constituído por temas originais escritos por elementos da banda e por alguns arranjos e versões mais actuais de alguns dos mais conhecidos “standards” do jazz.
Sem dúvida que esta iniciativa foi uma óptima oportunidade de divulgação deste género musical na Região Centro do país, ainda para mais com intervenientes deste gabarito que provaram, mais uma vez, ser uma das principais referências no actual panorama jazzístico nacional.



publicado por Portugal Jazz às 11:22
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Autarcas, responsáveis culturais e músicos falam sobre o Portugal Jazz...

Dr. José Paulo Barata Farinha (Presidente, Câmara Municipal da Sertã)

Setembro de 2007

 

A política cultural de uma autarquia tem que ser abrangente e preocupar-se com os efeitos na longa duração e na fidelização do público, nomeadamente quando os meios são manifestamente escassos e, sobretudo, há uma importante exigência de os afectar com a maior severidade possível.
Por outro lado, a autarquia tem que estar à altura dos desafios que são colocados por um público cada vez mais exigente e informado, dando resposta célere e eficaz às necessidades culturais e até prevendo comportamentos.
Daí resulta a necessidade de procurar projectos diferentes dos conceitos habitualmente propostos. E foi justamente isso que aconteceu com a passagem do Portugal Jazz pelo concelho da Sertã.
Mais do que um simples festival itinerante ligado a um género musical considerado “elitista” ou “difícil”, os eventos realizados no passado dia 14 de Julho (acção pedagógica e actuação do quinteto do saxofonista José Menezes) representaram uma sólida prova de credibilidade à captação de público.
A aposta está ganha. Parabéns ao Jazz Ao Centro Clube e a todos os elementos da organização do Portugal Jazz.
Até Jazz!



publicado por Portugal Jazz às 11:21
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Autarcas, responsáveis culturais e músicos falam sobre o Portugal Jazz...

Dr.ª Célia Cristina Freire (Vereadora da Cultura, Câmara Municipal de Ansião)

Setembro de 2007

 

O Município de Ansião foi um dos primeiros municípios a aderir ao Portugal Jazz porque percebeu o potencial deste projecto e a importância que teria por um lado na promoção deste género musical mas também como seria importante aliar este acontecimento à divulgação do Património.
O concerto, inserido na programação da 11ª Feira do Livro do Concelho, foi uma proposta bastante arrojada, tendo em conta que era um tipo de jazz completamente desconhecido de quase todo o público, no entanto surpreendeu todos os espectadores pela sua qualidade.
Foi um concerto fantástico, num ambiente mágico, onde a Residência Senhorial dos Condes de Castelo Melhor de Santiago da Guarda acolheu pela primeira vez um espectáculo musical.
Não posso deixar de agradecer a toda a equipa do Portugal Jazz pelo seu profissionalismo e empenho desejando muitas felicidades ao projecto e esperar poder novamente acolher este projecto em Ansião no próximo ano.



publicado por Portugal Jazz às 11:20
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Autarcas, responsáveis culturais e músicos falam sobre o Portugal Jazz...

Dr.ª Ana Maria Treno (Vereadora da Cultura, Câmara Municipal de Soure)

Setembro de 2007

 

O Município de Soure aderiu com entusiasmo ao Portugal Jazz, projecto que veio ao encontro de uma vertente já habitualmente integrada no Programa da Semana do Livro e da Cultura, organizada anualmente em Maio.
Nesta iniciativa cultural do Concelho de Soure, apostamos na oferta de momentos culturais diversificados.
Seduzir para o prazer de sentir o jazz e a sua linguagem muito própria foi uma aposta conseguida nas duas acções proporcionadas pelo Portugal Jazz em Soure:
- O Quarteto de Jorge Queijo cativou o público presente no átrio da Câmara Municipal de Soure.
- O Concerto Didáctico com Pedro Costa e Rodrigo Amado envolveu os alunos das Escolas e, certamente, despertou-os para as características específicas do jazz.
Assim, só nos resta felicitar os organizadores do Portugal Jazz, projecto que descentraliza a Cultura/Música, levando os sons e ritmos do Jazz a diferentes palcos e a públicos diversificados.



publicado por Portugal Jazz às 11:17
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